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  • Pole-position: uma história que começa com Opel Astra V8 Coupé no DTM;
  • Leal cidadão da Suábia: “Jockel” Winkelhock torna-se Embaixador da Opel em 2004;
  • Winkelhock continua a atrair multidões de fãs participando em competições de automóvel clássicos ao volante de modelos emblemáticos da Opel.

 

 O tempo corre: Joachim Winkelhock celebra 20 Anos na OpelRecém-coroado vencedor das 24 Horas de Le Mans, Joachim Winkelhock chegou à Opel há 20 anos para competir no popularíssimo DTM (Campeonato Alemão de Carros de Turismo) com um Opel Astra V8 Coupe, de 460 cv. Nascido na Suábia, uma região administrativa da Baviera, no sul da Alemanha, Winkelhock manteve-se leal à marca de Rüsselsheim desde então, ccompletando quatro anos como piloto de competição e mantendo-se nos seguintes 16 como embaixador da marca.

«O Joachim Winkelhock é, para nós, um fantástico embaixador da marca”, comenta Michael Lohscheller, CEO da Opel. “Apesar de todos os sucessos que alcançou no desporto automóvel, soube manter-se numa pessoa ‘simples’, terra-a-terra, mostrando-se sempre disponível para os seus fãs. Eles vibram quando o veem ao volante de um dos nossos modelos em provas de automóveis clássicos. Com as suas capacidades e talento, também soube ajudar a desenvolver muitos dos nossos modelos desportivos. Obrigado, ‘Jockel’, por 20 anos de um excelente trabalho de equipa!»

Piloto de Fórmula 1, Campeão Britânico de Turismos, vencedor no DTM e em Le Mans, embaixador da marca Opel. Tudo isto e muito mais é o que representa Joachim Winkelhock, que nunca nega um autógrafo ou uma ‘selfie’ com um fã. No Reino Unido chamam-lhe “Smokin’ Jo”, por queimar borracha de pneus em longas derrapagens e pelo antigo vício dos cigarros. Já na Alemanha, todos o apelidam de “Jockel”, algo que se assemelha a “jockey”, o que se adapta à sua estatura.

“Jockel” venceu os Campeonatos da Alemanha e o Europeu de Fórmula 3 em 1988, integrado na equipa WTS, gerida por Willi Weber, manager de Michael Schumacher. Apenas um ano depois ascendeu à F1 com a AGS, antes de se transferir, a tempo inteiro, para os carros de Turismo. Em 1993, “Smokin' Jo” tornou-se Campeão Britânico com a BMW. Anos mais tarde, em 1999, conquistou uma vitória para a marca de Munique nas lendárias 24 Horas de Le Mans.

 O tempo corre: Joachim Winkelhock celebra 20 Anos na OpelFoi à margem deste emblemático evento que Winkelhock teve as primeiras conversações com representantes de Rüsselsheim, realizadas com a devida reserva. «No início não pensava em mudar de marca, mas as pessoas da Opel queriam-me muito e não desistiram», relembra. A tenacidade recompensou e Winkelhock regressa ao DTM em 2000, com a Opel. «Tínhamos um excelente grupo de pilotos», diz “Jockel”, ele que com o Astra V8 Coupe conquistaria a ‘pole-position’ na sua corrida favorita, realizada no circuito de Norisring, em Nuremberga. «Como recompensa, a equipa reconstruiu o meu carro antes do início da corrida. Era um carro espetacular, tinha portas do tipo asa de gaivota!» A inspiração foi tal que prontamente venceu a primeira corrida. Após quatro temporadas no DTM com a Opel, “Jockel” pendurou o capacete no final de 2003, para sempre: «Nunca mais competi oficialmente.»

Ainda que não participe atualmente em corridas a título profissional, “Jockel” ainda é grande entusiasta da condução de alguns dos modelos raros do tesouro do Opel Classic, disputando ralis de viaturas clássicas. «Tenho dois modelos favoritos! O primeiro é um Opel Kadett B 1900 Rallye, que em 1971 foi conduzido por Anders Kulläng. Este modelo da Opel tornou-se muito popular entre os pilotos privados, tendo sido como uma espécie de antecessor do Opel Corsa-e Rally. Depois, há o Opel Admiral V8, uma berlina muito relaxante. Com o grande V8 a roncar debaixo do capô, o Admiral flutua e sentimo-nos como num sofá sobre rodas. São passeios excelentes, de preferência com a minha mulher Sally ao meu lado.”

Infelizmente tal ainda não foi possível este ano. Ainda assim, o casal Winkelhock compensou o facto com um teste ao Opel Grandland X Hybrid4, o primeiro “plug-in” híbrido estacionado frente à casa da família. «Saindo de casa, posso deslizar em silêncio e em modo elétrico até à autoestrada, onde depois o Grandland X se comporta tão bem como o meu carro de serviço habitual de Rüsselsheim.»

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